Trilhos

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trabalhos em altura e formação em resgate

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A ideia base da moderna tecnologia dos trabalhos em altura é a substituição dos custosos andaimes e gruas pelas técnicas de corda.

Com maior segurança, muito mais versáteis e económicas, estas técnicas têm aplicacão na limpeza de edificios de grande porte; em pinturas e rebocos de fachadas; na montagem e reparação de estruturas metálicas, painéis e antenas; no derrube de pedras instáveis em falésias; na segurança e rentabilidade de trabalhadores que sobem a postes na inspecção de locais de dificil ou oneroso acesso. Utilizando material de escalada apropriado, a par das suas ferramentas normais de trabalho, existe o beneficio da experiência dos alpinistas no domínio da verticalidade, em espectáculos de dança e teatro, e em situações de resgate em montanha e meio urbano (resgate em grande ângulo).

Em Portugal, e no seguimento do resto da Europa, começam a ser solicitadas as aplicações desta tecnologia. Exemplos de algumas das nossas intervenções: segurança dos trabalhadores que efectuam a manutenção da fachada do Hotel Meridien, no Porto; colocação de placas sinalizadoras para a navegação nos pilares das pontes de Entre-os-Rios e Barca d'Alva; colocação de sensores e manutenção na torres meteorológicas em Aveiro e Estarreja, com 30 e 100 metros de altura respectivamente; limpeza de uma estrutura na Auto-Europa, em Palmela, formação de trabalhadores (serralheiros montadores) para a Expo 98, montagem e desmontagem de paineis publicitários em shopping centers, espectáculos de dança na vertical (Espectáculo Aparições, Coreógrafa Joana Providência, Teatro Bruto, Teatro Ensamble, Teatro Os Comediantes, entre outros). Formação de resgate a bombeiros profissionais na Madeira.

Neste âmbito, a Trilhos realiza estudos técnicos e propostas para as suas necessidades; executando as tarefas ou procedendo à fomação e acompanhamento de pessoal..



formação out-door

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Trata-se duma formação comportamental.

O out-door procura desenvolver, tratar e mudar comportamentos, e não mudar atitudes. De facto não se podem mudar atitudes fora de contextos, enquanto que os comportamentos são susceptíveis de mudanças rápidas; e a empresa exige cada vez mais eficácia à formação. O out-door assenta na actividade física, encarada como parábola ou símbolo de comportamentos e é uma forma de aprender e não uma forma de ensinar. Entre uma e outra não há separação; é um continuum com dois pólos: o pólo do ensino, e o outro que tem a ver com a apredizagem e a autoformação. São os interessados que descodificam os conteúdos, as parábolas, os símbolos, de modo a aprenderem com a actividade física.

O objectivo da formação out-door não é a competição entre as equipas que representam diferentes empresas. Pode haver, pontualmente, competição mas ela surge para as pessoas perceberem quais são os limites e as vantagens de competir. O objectivo é aprender através da reflexão sobre o comportamento. Não se pretende descobrir nem treinar os melhores, o que se pretende é que todas as pessoas aprendam a pilotar a sua própria experiência, é a reflexão que as pessoas fazem sobre o exercicio e não o exercício em si.

Em termos metodológicos, o out-door assenta na dinâmica de grupos, que são constituídos no local. As equipas são formadas em função dos objectivos que são definidos. Os métodos usados para a formação do grupo podem ser a auto-escolha ou, por exemplo, uma corrida. Neste caso, os líderes indicados escolhem, por cooptação os membros para o seu grupo.